Baby boomers desafiam o envelhecimento com busca por autonomia e relevância

A geração conhecida como baby boomers, nascida entre 1946 e 1964, enfrenta um fenômeno chamado de “dissonância cognitiva”, segundo a jornalista Katherine Seligman. Essa geração, apesar de já ter ultrapassado os 60 anos, reluta em se considerar idosa. Mesmo lidando com problemas de saúde comuns à idade, como dores e doenças crônicas, e enfrentando perdas emocionais, os baby boomers mantêm-se ativos e não querem abrir mão de sua independência e autonomia.

Os baby boomers convivem com desafios físicos, como dores nos joelhos e doenças que requerem medicação contínua. No campo emocional, enfrentam perdas significativas, como a morte de entes queridos e divórcios. Apesar disso, continuam resistindo às limitações impostas pela idade.

Para essa geração, manter a capacidade de realizar atividades diárias e tomar decisões sobre suas vidas é crucial. A independência refere-se à execução de tarefas cotidianas, enquanto a autonomia diz respeito à liberdade de escolha sobre o próprio destino.

Os baby boomers não se veem como irrelevantes e buscam novas experiências. Muitos acreditam em métodos alternativos para prolongar a vida, como suplementos, e se preparam para o futuro com testamentos e diretivas antecipadas.

Embora compartilhem a dissonância cognitiva, os baby boomers também são céticos quanto ao envelhecimento. Eles se mantêm ativos, cuidam da saúde e buscam manter conexões sociais, mas reconhecem a inevitabilidade de precisar de cuidados no futuro.

Fonte:https://g1.globo.com/bemestar/blog/longevidade-modo-de-usar/post/2025/12/14/a-dissonancia-cognitiva-dos-baby-boomers.ghtml

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